“É impossível comprar legalmente uma arma no Brasil”

A atual legislação não proibiu a compra de armas pelo cidadão

O Estatuto não proibiu a compra de armas pelo cidadão. Desde 2004, mais de 750 mil armas foram vendidas no Brasil, segundo dados do Exército, e mais de 190 mil novos registros de arma foram concedidos a cidadãos comuns para defesa pessoal.


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"Não é a arma que mata sozinha, as pessoas é que as utilizam. Se não tiverem arma vão matar a facadas ou a pauladas"

A arma foi feita para matar, sem que seja necessário usar a força ou estar próximo à vítima.

No Brasil, 71% dos homicídios são cometidos por arma de fogo, enquanto 16% são causados por objetos cortantes ou penetrantes. Há mais facas nas casas dos brasileiros, mas há muito mais homicídios cometidos com armas de fogo porque elas foram feitas para matar.

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“Se tivéssemos mais 'cidadãos de bem armados' não teria tanto roubo”

Andar armado não evita roubos

Andar armado não evita roubos e ainda aumenta a chance do cidadão ser morto ao ser vítima de um assalto. Pesquisa recente lançada pelo Instituto Sou da Paz mostra que, no município de São Paulo, entre os anos de 2013 e 2014, 30% dos policiais assassinados foram vítimas de latrocínio, sendo que 45% destes policiais reagiram a roubo. É importante lembrar que policiais são profissionais treinados e habituados a usar armas de fogo, que são seus instrumentos de trabalho.


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"O cidadão de bem não comete crime, somente os criminosos"
"A arma do cidadão de bem não comete crime"

Milhares de armas roubadas ou furtadas de cidadãos vão parar nas mãos de criminosos

Anualmente, milhares de armas roubadas ou furtadas de cidadãos vão parar nas mãos de criminosos, contribuindo para a violência armada.


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"Depois do Estatuto do Desarmamento a violência só aumentou"

Em 2004, primeiro ano após a vigência do Estatuto, houve a primeira redução de homicídios no Brasil em mais de 10 anos

Anualmente, milhares de armas roubadas ou furtadas de cidadãos vão parar nas mãos de criminosos, contribuindo para a violência armada.

Além disso, se entre 1993 e 2003 a taxa de homicídios cometidos com armas de fogo crescia aproximadamente 6,9% ao ano, a partir de 2004 há clara reversão da tendência, com o crescimento se estabilizando em 0,3% ao ano. 


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“A população rejeitou o Estatuto do Desarmamento no Referendo”

O Estatuto que controla o uso de armas no Brasil não foi rejeitado

O Referendo de 2005 não se referia à continuidade do Estatuto do Desarmamento e sim ao artigo sobre a continuidade da venda de armas no país. Hoje é possível comprar uma arma, respeitando os critérios da lei de controle de armas. Embora muitos tentem convencer que a maioria da população quer ver mais armas nas ruas, pesquisa CNI/Ibope publicada em março de 2017 aponta que 66% da população é contrária ao porte de armas de fogo por cidadãos comuns.


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Os Descontrolados chamam de "controle de armas" a revogação do Estatuto do Desarmamento

O Estatuto do Desarmamento é o verdadeiro controle de armas para a segurança pública no Brasil

A política nacional de controle de armas, instituída pela Lei nº 10826/2003 (Estatuto do Desarmamento), é um conjunto de regras que regulamentam a produção, a comercialização e o uso de objetos perigosos tais como as armas de fogo. Para confundir você e toda a população, os descontrolados chamam de "controle de armas" a proposta que derruba esta política e busca aumentar o lucro da indústria armamentista.


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